fuckadog

Eu tive alguém. Alguém que assim como surgiu em minha vida, se foi: repentinamente. Chegou, ficou, causou, gostou, causou mais um pouco, permaneceu, não ligou, não atendeu, não respondeu, desapareceu. “Me ligue nem que seja pra dizer que já não me quer”… Já ouvi essa frase em algum lugar. E ela é realmente a melhor saída. Afinal, quando a gente sabe que a ligação não será atendida, a gente prepara o nosso cérebro e conduz os neurônios para agir em conjunto e te fazer esquecer esse alguém e não te deixar estagnada no tempo. Não que isso já seja um amor propriamente dito, mas não chega a ser alguém pra quem o seu botão ‘foda-se’ esteja constantemente ligado. É… depois da primeira caixa postal você aciona o botão e vai embora, da mesma maneira como o outro alguém fez.

Ele se foi e eu fiquei. Entre um copo e outro, uma bituca e outra, eu vou escrevendo. Eu vou vivendo.

E sabe o que é  mais incrível? É que quem deu origem aos “Favoritos”, hoje é só mais um na categoria “Geral”.

I wanna fuck a dog in the ass!

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