mysacrifice

Te pego pela mão e te mostro o mundo.
O meu e o que a gente construir.

Te olho nos olhos e te desvendo.
Vendo quais músicas te fazem brilhar.

Te pego pelos braços e vou sentindo.
Sinto no teu abraço onde pra sempre ficar.

Te tenho no meu colo e te faço ninar.

Você não é o meu sacrifício. Você é a minha redenção.

Above all the others we’ll fly
[…]
Within yourself and within your mind
Let’s find peace there

Anúncios

chandelier

Eu tenho tentado. Juro!
Todo dia de manhã pratico o exercício diário de pensar apenas coisas positivas. Mas aí chega o momento que eu saio de casa. Perco o elevador, passo frio, dor no corpo, ressaca, transporte público, garoa, chego no trabalho, faço mentalmente uma lista de coisas que estão erradas ali, vejo que uma possível oportunidade não deu certo, lamento, faço piada, lamento mais um pouco, aumento a lista de coisas que estão erradas, vou embora, transporte público, ouço coisas desnecessárias, sento pra fazer o TCC, procrastino, janto, procrastino de novo e acabo aqui.
É. Menos um dia de vida aproveitado. Não fiz o TCC, não mudei de emprego, não mudei o mundo.

Replay.

shewillbeloved

With the past of the years we realise that doesn’t matter how hard we’ve been trying we’re always wrong. We notice that when we put ourselves on hold we are commiting the biggest mistake you could ever make, doesn’t matter if this was planned to be good for us or to another one. I’ve been trying to do the right thing for the last couple years and I failed every single time.

At the end you’ll just realise that I’m an old drunk and you were too much wrong to be in love with. You’d say to me that all your life were such a waste of time and I’d be speechless again (‘cause I know you’re right).

I was so full of love that that I was empty of myself.

It’s not always rainbows and butterflies
It’s compromise that moves us along

boysdontcry

“É muito difícil namorar!”

“Sim. Muito. Demais. Mas a gente gosta. Gosta de cuidar e ser cuidado. De ter alguém pra dizer boa noite. Gosta do cheiro (e reconhece em qualquer lugar do mundo), gosta da mão, do abraço, do sorriso, de fazer sorrir… A gente sempre vai gostar disso, porque a gente é humano. E a gente sempre vai sofrer quando alguma coisa não tá certa, pelo mesmo motivo.”

Sério, alguém joga um balde de insulina em mim? Obrigada

But I just keep on laughing
Hiding the tears in my eyes
‘Cause boys don’t cry

atéofim

A gente apanha até cair no chão. Até as pernas vacilarem ao tentarmos nos reerguer. A gente apanha figurativamente muitas vezes. E então a gente se fecha como numa bolha para nossa própria proteção, e talvez para a proteção alheia também. É assim que a gente vai vivendo, cuidando da nossa bolha e cultivando os corajosos o suficiente para se aproximarem dela.
Eis que então a gente baixa a guarda. A bolha fica vulnerável e você, se esquecendo porque diabos ficou trancafiado lá por tanto tempo, gosta. A gente se alimenta da nossa própria vulnerabilidade e ainda saboreia com um novo paladar.
O novo gosto se vai, a gente apanha mais um pouco, cria uma nova bolha e promete nunca mais deixá-la. Ou até que apareça alguém forte e persistente o suficiente para me fazer baixar a guarda mais uma vez.

Não vim até aqui pra desistir agora
Entendo você se você quiser ir embora
Não vai ser a primeira vez nas últimas 24 horas

yousentmeflying

No cinema, o tema é amor. Na série de tv, também. Nas conversas de msn, presente na grande maioria. Nas mensagens no celular então, nem se fala… Acho que há algum tempo eu prefiro ler e falar a respeito, do que sentir. O amor dói tanto e tantas vezes. Dói quando sentimos e não somos correspondidos, dói quando brigamos com quem se quer, e parece que te corrói quando termina.
E aí a gente faz o que? Chora. Toma um banho como se a água levasse toda a tristeza consigo pro ralo. Vai pra uma bebedeira tentando esquecer o dia. Acorda com uma ressaca tentando lembrar da noite.
O amor esfria, mas algumas coisas ainda continuam lá e cá, junto com a jaqueta preferida dele, ou aquele lenço com o perfume dela.
De algum jeito, a gente acorda nos dias que nascem e tentamos caminhar apenas com as nossas pernas sem nenhuma mão dada para puxar. A gente levanta, tropeça mais algumas vezes e, enfim, não cai mais.

O engraçado é que mesmo depois da tal bebedeira, a gente sempre sabe como voltar em casa.

Vende-se um coração. Meio velho, meio burro. Mas que ainda bate.

A simple attraction that reflects right back to me
So i’m not as into you as i appear to be.